quarta-feira, 6 de junho de 2012

Das famosidades

A muito tempo não escrevo e bastante coisa tem rolado, mas depois que surgiu o Facebook acabo contando tudo por lá, ai o blog perde um pouco do encanto.

Sem novidades que eu fui gravar o tal de “Quem fica em pé?” do Datena há duas semanas, acho que os participantes eram tão ruins (me incluo), que ainda nem passaram a porra do programa, mas tá valendo. E sobre o que tem no famoso buraco, bem, eu não posso responder, implantaram um chip em mim e toda vez que penso em falar sobre eles me dão um choque é uma caixa enorme com milhares de pedaços de espuma cortada no formato quadrado.

Não levei os R$ 100.000,00, na verdade não ganhei NADA, mas conheci o Datena, toda sua simpatia e alegria de viver, muito contagiante por sinal ZzZzzzzZzZ. Ah, não pude tirar fotos, confiscaram até o meu celular.

E qual a diferença entre o charme e o funk? É dar um entrevista para a Revista Gloss, sobre chefes malas. Estou aguardando a equipe de reportágem entrar em contato comigo e uma carta de demissão.

Falar em demissão (?), estou saindo de férias no dia 15 rumo a Las Vegas, arrumei um caipira e vamos casar lá, eu vestida de Madonna com aqueles sutians em formato de cone e ele de Elvis Presley, óbvio.

Minto, irei para Serra Gaúcha visitar uns amigos queridissimos e ser muito feliz naquele frio maravilhoso.

C ‘ya

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Silvodka is back, folks!

Depois que a gente começa a "caminhar" só depois de um longo tempo de parceria (tipo Edson e Hudson mesmo), é estranho quando voltamos a fazer tudo que era feito em dupla, só que agora individualmente, como por exemplo, sair no sábado a tarde, ir almoçar no shopping, ir ao cinema e etc. Tem sido bem estranho, mas não impossível de se fazer.

E agora, é Silvodka de novo?
Incrivelmente e naturalmente as pessoas recomeçaram a me chamar de Silvodka, usava esse codinome a muito tempo atras no auge da porraloquisse infanto-juvenil, tanto que o meu endereço do MSN ainda é exatamente esse depois de anos e mesmo passando por um namoro de 4 anos não mudei uma virgula, faço questão de manter livre esse lado zombeteiro da Silvia. A Silvodka é bagunça, é diversão, é ácidez, é sarcasmo, é virilidade, é vontade de fazer e acontecer. É meio que Ruth e Raquel, sério.

E o que você tem a dizer dessa nova caminhada, Silvia/Silvodka?
Essa nova vida tem exigido de mim mais disposição, DINHEIRO e horários estratégicos, pq não é fácil sair de Embu das Artes sem carro e ir a uma festa lá na Vila Olímpia que acaba as 03h00, mas sempre têm aqueles bons amigos que cedem gentilmente o seu Probel e seus lençóis em prol dos moradores de Embu que só querem diversão. Tenho conhecido muita gente interessante nessa nova caminhada, me metido em algumas confusões, conhecido novas bebidas, novas danças (saca, Kuduro?), novas línguas (opa) e atualizando minha biblioteca sobre "o que tá pegando por ai?".
Estou satisfeita com essa virada, claro que não vou despirocar e aparecer por ai na pegada Amy Winehouse/Lindsay Lohan. A Silvodka suja e a Silvia limpa, esse é o trato, é um equilíbrio entre o bem e o mal e eu acho que as pessoas DEVERIAM evidenciar  de vez em quando essa lado mais perverso, secreto, misterioso e mal intencionado, só assim você se conhece, testa os seus limites e sabe até onde pode ir.

Não tenham medo, a Silvodka é tão legal quanto a Silvia que vos escreve!

C ‘ ya

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Dorzinha de amor

Pessoas desalmadas como eu também amam (pasmem), eu tô passando por uma dorzinha de amor daquelas que vão acabar na sexta se Deus quiser.

Eu já amei tanto na vida, mais tanto que até tenho sonhado com o Neymar nessas últimas noites mesmo odiando ele, mas no sonho ele gosta muito de mim, me leva pra dar uns bordejos em um de seus carrões, vamos aos eventos e estamos sempre felizes. Sonho de merda, é verdade.

Eu não sou do tipo que chora abraçada com ursinho que o ex deu, ouvindo a trilha sonora do casal e comendo Tortuguita para curar a tal dorzinha só pra esquecer o cara, eu já penso logo em ir pras putaria, beber com azamiga dazantiga que abandonei a 4 anos atrás, ir pra pixta mermo pra negócio e me fala uma coisa gente, tem coisa melhor? Só que ai no pós tudo vc pensa “Porra, agora tô sozinha e com uma ressaca braba, a festa acabou, o drink acabou. É Deus, agora é só nós dois”, logo vem a imagem da sua tia velha gorda solteirona sentada assistindo “De volta pra minha terra” no Gugu e fazendo crochê.

De facto que andei dando umas choradas ouvindo Whitesnake, mas ninguém é de pedra, o que me conforta é saber que eu sou muito mais que toda essa merda que aconteceu e que logo menos tô na ativa.

Vou deixar uns conselhos básicos para as próximas meninas quando terminarem seu rolo/namoro:

- Delete tudo dele. Tudo mesmo, sem dó, redes sociais, MSN, fotos do celular, cartinhas, emails, cueca que ele deixou na sua gaveta e etc.
- Milhaaaaares de pessoas, até aquelas que nunca conversaram com vc, vão te perguntar o que aconteceu, não dê detalhes, só fale que não deu certo, coisas da vida e mimimi… Esse povo adora uma picuinha e vc vai ficar pior se ficar relembrando os fatos.
- Arrume uma atividade, no meu caso, desenhar uma infinidade corações no Photoshop uhaahuuhauhauh brincadeira! Se vc trabalha, trabalhe o dobro, se vc coça o dia todo, coce como nunca coçou antes, ocupe a cabeça com outras coisas!
- É permitido chorar, mas se permita chorar durante um tempo limite, de preferência a noite antes de dormir, chore MUITO, no dia seguinte você vai estar leve feito uma mulher com anorexia.
- EM HIPOTESE ALGUMA ouça música melosa, mesmo se for Elymar Santos vc vai acabar lembrando do cara, e ai filha, é ponto para os meninos.
- Foco no fim de semana, retome seus contatos antigos e reforce os atuais (amigos/colegas são mega importantes nessas horas), não há dúvida de que tem um monte de cara legal adorando a notícia e as suas amigas felizes pela sua volta a vida social, doidas pra aprontarem com vc, GO AHEAD! Só não vai me ficar pelada fazendo Pole Dance na Augusta.

O restante dos conselhos você é quem faz, meu namoro já não estava lá aquelas coisas há um bom tempo, então eu estava um pouco conformada, mas acho que com esses conselhos que dei, em um mês vc já terá esquecido o rapaz, se você não esquecer, é porque você é otária e não sabe curtir a vida adoidado, tem que ser mulher macho sinsinhô!

GOGOGO, GIRL !!!!!



wecandoit

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

O inferno são os outros

Ontem depois que causei um rebuliço na moçada deixando evidente minha imensa vontade em comer hóstia (o que não é mentira), fui hostilizada, sem querer fazer trocadilho, mas eu não ligo, uma vez que meu codinome no Facebook é “Subversão”, caso não saibam o que significa procurem no Google, fá favô.

Não quero justificar o que aconteceu ontem, mas quero deixar claro que o livre arbitrio e liberdade de expressão são palavras no topo do meu dicionário, respeito religiões, crenças, visão política e o diabo a quatro (Ui, eu falei DIABO). Há muito tempo não tenho uma religião definida, mas creio em Deus a minha maneira e acho que ele não gosta menos de mim pq falo muita bobagem, pelo contrário, gosta de mim como sou, me aceita, me ouve e me ajuda no que preciso sem eu precisar ir a missa todos os domingos, fazer aquelas paradas de pentecostes, quaresma ou sei lá o que, afinal, nem primeira comunhão eu fiz, mas isso não me faz pior ou melhor do que quem vai a missa aos domingos e vai a todos os shows do Padre Marcelo, acho que extremistas deveriam ser extremamente mais abertos a opiniões e menos chatos repulsivos, se não gostou, abstenha-se, me xingue, me odeie, mas em silêncio.

É o famoso “Se a carapuça servir…”, muitas pessoas não gostaram da parada da Hóstia, me senti Hitler, mas sem pretensão alguma, a maioria levou na boa e entrou na brincadeira como deveria ser desde o começo, pegar pilha nem o Rafael Ilha pega mais.

Meu Facebook não é um profile que uso para trabalho, é pessoal, ou seja, sou assim fora dele também, é um dos meus meios de diversão, distração, troca de idéias mesmo que essas não sejam uma das mais cultas e não levem a lugar algum, me sinto bem escrevendo cu, porra, merda, hóstia, caralho, gay, lésbica, demonio no rock n’ roll e etc, quem não quiser ler, se sentir enjoado, ver ou que for, por favor, retire-se, números não são nada perto de participação, respeito criticas, mas falso moralismo eu passo a bola. Não espere de mim cordialidade se não merecer.

Repito: Este post não é para uma pessoa só, são para todos que se sentem/sentiram ULTRAJADOS com cada atualização de status no meu Facebook.

Gosto de vocês, mas vcs me enchem o saco muitas vezes, então parem com isso se não a cuca te pega!
 
Fim.

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Sobre minha ga-gagueira

Eu disse que ia contar das férias pelo menos em partes, mas confesso, estou com uma preguiça que até os deuses duvidam, quem sabe um dia eu conto pessoalmente ou resolvo postar tudo de uma vez.

Existem coisas que a gente não sabe que têm até elas acontecerem com muita freqüência, na verdade comecei a perceber isso faz uns dois anos, é um fato curioso, por favor, não riam: Eu gaguejo e mexo MUITO as mãos enquanto falo.

Geralmente, a gagueira ataca na última palavra da frase, sobre gesticular enquanto falo, é como se fosse uma ‘manivela’ para o pensamento fluir e eu conseguir concluir a frase, já tentei falar sem mexer as mãos, mas é como se pedissem para a Carmem Miranda cantar sem fazer aqueles movimentos com as mãos, me sinto impotente.

Minha vida não mudou para pior depois que descobri isso, minha vida sexual continua ativa (ok, mais ou menos), mas agora me policio enquanto falo, logo, gaguejo mais.

O único receio é se isso piorar com o tempo, meus filhos sentiram vergonha de mim e eu terei que falar cantando, pq gagos não gaguejam cantando, imaginem só:

- Filho, vai ralando na boquinha da garrafa e entra logo pra tomar banho.


Ou

- Amor, quem me déra ser um peixe, passa no mercado e compra batata para em seu límpido aquário mergulhar.


De - deprimente.

C ‘ya

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Das férias de Fim de Ano - A chegada

Vou dividir a viagem em partes, se não fica cansativo para mim e para a leitura de vocês. Não que eu tenha feito muita coisa, pq São Pedro resolveu avacalhar e choveu praticamente todos os dias que estive lá.

**

Faziam 2 anos que eu não passava o fim de ano fora de SP, então neste fim de ano decidi fazer algo de diferente...

A minha paciência já é curta, ficar em camping e passar perrengue dentro de uma barraca não é mais tão divertido, então investi meu 13º e mais algumas economias em uma pousada não muito luxuosa na Ilha do Mel no Paraná chamada "Lua Cheia". Uma pousada familiar, sem aqueles maloqueiros, porras loucas, fumadores de Narguile (nada contra) e ouvintes de funk (tudo contra), não estou ficando careta e velha, só acho que férias além da bagunça, serve principalmente para descanso.



Depois de 6 horas de viagem SP/CTBA + 2 horas até Pontal + 30 minutos de barco até a Ilha, cheguei derrotada, mas fui muito bem recebida por um garotinho de 4 anos, muito esperto, chamado Antônio, filho do André e da Marina, que são um dos administradores da pousada:

- Tia, posso conversar com vc?
- Pode. (Não, ele não podia)
- Olha tia, eu posso entrar no seu quarto?

Com o tempo, eu percebi que ele recebia todos os hospedes com esse mesmo discurso.
Dps desse discurso ele sorriu para mim, com um sorrisinho sapeca, com duas covinhas lindas e o dia ficou menos cansativo.

 O dia estava nublado e a tarde/noite choveu muito, mas foi bom, pq eu dormi ( E muito bem acompanhada por sinal. Alô, tablóides Paranaenses) e descansei como nunca.

Fechamos a primeira noite de leve, comendo uma porção de fritas, X-Bacon e suco de morango com leite no Eclipse Lounge Bar.

O primeiro dia nublado e chuvoso :(


C ´ ya

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Eu e o telefone

Uma das coisas que mais me orgulhei neste ano foi ter comprado um celular com acesso a redes sociais, o resto é patifaria.

Percebam que o celular hoje dia não significa apenas telefonia, significa um notebook de bolso que além de conexão 3G, tem também a conexão com universos paralelos e aonde eu quero chegar com isso? A lugar algum.

Eu detesto falar no telefone assim como metade da população Nigeriana, deve ser trauma pq o meu primeiro emprego foi de Motherfocker Trolladora de Clientes Operadora de Telemarketing da Vivo. Ficar segurando o telefone e pensar no que falar na sequência depois que a pessoa do outro lado parar de tagarelar, gera um clima tenso, logo gera aquele silêncio mortal.

- Blablablablablabla, não é?...
- Então.

Para mim, um simples SMS pode expressar em poucas palavras o que eu não saberia expressar pela fala e tudo isso em questão de segundos, principalmente se você acordou tarde, está atrasada e não quer ligar para o chefe:

PELO SMS:

"Bom dia, vou chegar atrasada hoje, teve um acidente horrivel aqui na marginal, tem muita gente e esta tudo parado.Estou correndo o máximo para chegar no horário, qualquer coisa me ligue." (essa ultima parte é só para expressar preocupação em chegar atrasado, o que na verdade não é verdade). Ok, transação realizada com sucesso em 5 minutos no máximo.

PELO TELEFONE:

- Alô.
- Oi.. Oi... Alô (fingindo ligação ruim para dar tempo de pensar em o que dizer)
- Tô te ouvindo.
- Então (palavrinha clássica)... Teve um acidente aqui (todos em volta te olham e pensam "Mentirosa")... E eu ACHO que vou chegar UM POUCO atrasada... (esta é a hora que você quer jogar o seu celular longe e sair correndo sem destino)
- Hum...
- Estou fazendo o máximo pra chegar...(finge que ligação cortou de novo)
- Ok.
- Tá bom.

Ok, transação mais ou menos realizada com sucesso em 20 minutos no minimo, o chefe desliga e você ja começa a trancar o cu, pq ele sentiu o seu medo entonado na voz, obviamente ele não sentiria o seu medo pelo SMS.

Mas também sem o telefone você não poderia marcar sua infância passando trotes clássicos como o do Fusca Cor de Gelo, da Funerária "Só falta você" e tantos outros.

Obrigada Graham Bell, seu cu jamais será esquecido.